Version 3.0
Bugs fixed:
Getting stuck in the past
Not learning from previous mistakes
Not letting go
Impossibility to forget
Not being able to use self-preservation selfishness when required
Although this version seems quite interesesting, it is still a Beta, so maybe not all functionalities will work at full. Still in test...
sexta-feira, 3 de Agosto de 2007
terça-feira, 31 de Julho de 2007
Ciclos
Demasiados verbos em apenas uma semana.
Ir.
Ver, rever.
Sorrir, chorar.
Amargar.
Pensar... Preocupar.
Conversar.Rir para não chorar. Entender.
Conformar. Apoiar?
Distanciar. Iludir.
Falhar. Assustar.
Querer. Relembrar.
Revoltar. Desistir...?
Duvidar. Obcecar.
Viajar. Conduzir.
Chorar, chorar, chorar...
Voltar. Fingir. Continuar.
Ponto final.
Ir.
Ver, rever.
Sorrir, chorar.
Amargar.
Pensar... Preocupar.
Conversar.Rir para não chorar. Entender.
Conformar. Apoiar?
Distanciar. Iludir.
Falhar. Assustar.
Querer. Relembrar.
Revoltar. Desistir...?
Duvidar. Obcecar.
Viajar. Conduzir.
Chorar, chorar, chorar...
Voltar. Fingir. Continuar.
Ponto final.
quarta-feira, 25 de Julho de 2007
Início
Começo após um final.
Um final não acabado. Indeterminado.
Tinha tantas coisas a passar pela cabeça e afinal, mais uma vez ficaram cá dentro.
Já tinha vestido uma armadura tão ridícula como a situação em si, mas que rachou em poucos segundos.
Fraqueza esta que não consigo vencer, ponto débil.
Tantos argumentos válidos, tantas verdades cortantes. Cruas como a própria vida.
Cada dia é um aglomerado de incertezas. Um cúmulo de não saber como agir nem como reagir. De não saber o que querer. De não saber o que saber.
Seria bem mais fácil ser covarde. Manter-me à distância, apenas. Como um mero expectador de um desenlace inevitável. E como se torna confortável esse fatalismo.
Para bem ou para mal, não será assim.
Bem sei que sendo como sou, corro o risco de me destruir, mas vou pagar para ver.
Enquanto me reste ar nos pulmões e sangue nas veias, vou fazê-lo.
Prefiro pagar a pena. E arrepender-me do que realmente fiz.
No final, doe ou não, vou saber que o fiz por mim. E que vivi.
"You only live once. But the way I live, once is enough" - Frank Sinatra
Um final não acabado. Indeterminado.
Tinha tantas coisas a passar pela cabeça e afinal, mais uma vez ficaram cá dentro.
Já tinha vestido uma armadura tão ridícula como a situação em si, mas que rachou em poucos segundos.
Fraqueza esta que não consigo vencer, ponto débil.
Tantos argumentos válidos, tantas verdades cortantes. Cruas como a própria vida.
Cada dia é um aglomerado de incertezas. Um cúmulo de não saber como agir nem como reagir. De não saber o que querer. De não saber o que saber.
Seria bem mais fácil ser covarde. Manter-me à distância, apenas. Como um mero expectador de um desenlace inevitável. E como se torna confortável esse fatalismo.
Para bem ou para mal, não será assim.
Bem sei que sendo como sou, corro o risco de me destruir, mas vou pagar para ver.
Enquanto me reste ar nos pulmões e sangue nas veias, vou fazê-lo.
Prefiro pagar a pena. E arrepender-me do que realmente fiz.
No final, doe ou não, vou saber que o fiz por mim. E que vivi.
"You only live once. But the way I live, once is enough" - Frank Sinatra
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